Depois de algumas semanas de lançada, testamos a Sixteen em muitos kilômetros na cidade e tivemos a verdadeira boa sensação confirmada.
A nova arma da Suzuki tem jantes de aro 16mm, a pedido dos seus clientes, para conquistar o mercado.
O trabalho realizado resultou numa scooter bem acabada, de bela estética elegante e com bom funcionamento.
Entre algodões
O motor é suave e silencioso. Seus 13 CV oferecem mais que suficiente potência em uso urbano. Lembrando que tem rodas altas, o motor foi todo desenhado para cumprir bem o seu papel, com tranquilidade, mas sem dormir.
Na estrada alcança máximos 100 km/h, sentimos a falta de potência. Estabilidade invejável apesar de muito leve, graças ao chassis. Isso dá confiança ao piloto. Forquilha telescópica na frente e braço basculante atrás, ajudados pelos pneus Metzeler Feelfree, completam.
Frenada potente
A Sixteen tem dois discos de 220 mm cada um. Um em cada roda, e graças à frenagem combinada das pinças de 3 pistões, realiza com perfeição sua tarefa. Quando acionada na manopla esquerda entra em ação a frenagem combinada, freiando o traseiro e o dianteiro proporcionalmente, facilitando para os iniciantes. Podemos acionar também o freio dianteiro, na direita, ajudando.
Oferece boa posição de condução além de seu destacado comportamento. Plataforma da pedaleira plana para colocar bolsas, mochilas, com o conhecido gancho. Assento generoso para dois, com asas laterais para o carona segurar-se.
O painel da Sixteen é bastante completo, conta-kilômetros total e parcial, nível de gasolina, temperatura, e quilômetros que faltam para trocar o óleo. Mostrando a preocupação da Suzuki em fazer uma scooter fácil e simples de manutenção para os menos experientes.
Tem capacidade para colocar determinados modelos de capacete jet debaixo do assento, e seu porta-luvas abaixo do guidão tem espaço adequado.
Assim como as Burgman, tem sistema anti-roubo, uma proteção que só é aberta com a parte frontal da chave original, impedidndo que forcem a fechadura.
Disponível nas cores branca, negra, fosca, azul e prata.
Edu Parellada Fotos: J.C. Vázquez y Santi Díaz Tradução e adaptação: Rodrigo Galvão












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